Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

As Taras Da Lina

Geminiana de signo. Nascida à beira-mar e a viver nas montanhas. Gosto de viajar pelo mundo, pelos livros e pelo cinema. Licenciada em Comunicação. Dona de um pastor alemão. Convicta que a vida sabe sempre o que faz.

As Taras Da Lina

Geminiana de signo. Nascida à beira-mar e a viver nas montanhas. Gosto de viajar pelo mundo, pelos livros e pelo cinema. Licenciada em Comunicação. Dona de um pastor alemão. Convicta que a vida sabe sempre o que faz.

Ter | 29.12.15

Feliz 2016

RP

5332028554_7bdd87e340.jpg

Se há coisa que 2015 me ensinou, ou pelo menos confirmou, é que nada é garantido. O que temos hoje, independentemente de serem posses, pessoas ou "whatever" num piscar de olhos vai-se. Pode magoar, não entendemos o que é que fizemos mal, se é que fizemos. Tentamos mudar, recuperar, mas há coisas que não voltam por maior que seja o esforço. Aprendemos a seguir em frente, a aceitar, a ver pela positiva, a preocupar-nos apenas com quem se preocupa. Constatamos que ainda há mais quem nos queira bem que o contrário, que temos sempre quem nos dê a mão e esteja ao nosso dispor, aqui ou a milhas de distância. Descobrimos que só não há remédio para a morte e o que a vida tira normalmente dá numa versão melhorada. E são essas dádivas que devemos levar para o novo ano. Tenham um bom 2016. Que vos traga a realização das vossas expectativas ou pelo menos a força para não desistir delas.

Qua | 23.12.15

Christmas

RP

Espero que tenham um Feliz Natal junto dos que mais amam e que esta época vos conceda tudo o que anseiam, seja presentes , presenças ou desejos.

 

"Oh Christmas lights light up the street
Light up the fireworks in me
May all your troubles soon be gone
Those Christmas lights keep shining on"

 

 

Sex | 18.12.15

Mini Vacances em Genève

RP

No fim de Novembro e início de Dezembro estive por Genebra.

O facto de ter família e amigos próximos por lá faz com que possa ir à Suíça sem ter uma conta bancária muito elevada. Sim, porque comer e dormir naquele país é pela hora da morte.

Já lá tinha estado e a cidade continua a surpreender-me pela tranquilidade, pela limpeza e pelo civismo. 

Em altura de terrorismo pensei que fosse ver o medo nas pessoas e polícias armados mas não... Nem mesmo na zona das Nações Unidas. Tudo tranquilo. Uma das noites fui jantar à França e para entrar no país era só polícia armadilhada. Por sua vez, para voltar à Suíça não vimos seguranças nenhuns. 

Quem tal como eu conhece Genebra, ou Genève como preferirem, sabe que o mais fácil de encontrar lá são portugueses. Então da minha área de residência são aos molhos. Sinto-me completamente em casa e familiarizada. Mesmo estando a (+/-) 2000 km de distância.

Foram umas férias a visitar casa sim, casa sim; a passear pelas ruas, qual suíça de gema, que começavam a ter os marchés de nöel e claro a comer chocolates. E a trazer para Portugal como amiga e familar querida que às vezes sou :) Não me canso de lá voltar. Se um dia decidir emigrar será uma cidade a considerar. Deixo-vos algumas fotos de lá...

IMG_6641.JPG

IMG_6656.JPG

IMG_6675.JPG

IMG_6782.JPG

 

IMG_6701.JPG

 

IMG_6771.JPG

 

IMG_6663.JPG

 

IMG_6672.JPG

IMG_7053.JPG

 

IMG_6803.JPG

 

IMG_6825.JPG

 

IMG_20151130_171702.jpg

 

IMG_7121.JPG

 

IMG_7124.JPG

 

 (Fotos da minha autoria)

 

Qua | 16.12.15

O apocalipse natalício

RP

Imaginem um Natal em que a família, na volta dos 30 elementos qual máfia italiana, se senta à mesa, come como se não houvesse amanhã e fala com uns tons demasiado acima do normal, fazendo com que quase ninguém se entenda, e acompanhando com gestos que normalmente entornam um copito de vinho na toalha.

Passa-se para a parte das sobremesas, que dura até se desembrulhar os presentes, onde existe todo o tipo de sentimentos. Vivenciamos a culpa enquanto engolimos mais uma rabanada e pensamos nas calorias que não vamos conseguir perder. Presenciamos o desespero na cara dos putos que de 10 em 10 minutos berram se já podem abrir as prendas. O tédio dos adolescentes a trocar sms com as caras metade que estas cenas de família são uma seca. As discussões acesas dos cotas da sueca porque um não soube corresponder à cartada do parceiro. Os dramas familiares que há tanto tempo que ninguém casa. A tristeza quando alguém se lembra de evocar o nome de quem já não passa mais o Natal connosco. E até o historial clínico porque um anda ruim dos ossos, outro não vê nada e ainda há o que está com diabetes (normalmente os últimos fazem a queixa acompanhada com mais uma fatia de bolo rei).

Chegada a hora das prendas as emoções continuam ao rubro. A histeria dos miúdos quando recebem o que queriam. A euforia de receber um presente que não contávamos mas é mesmo a nossa cara. A lamechice daquele presente que nos deixa de lágrima no canto do olho. E ainda a desilusão de mais um par de meias, mas muito bem disfarçada com um "Estava mesmo a precisar". A competição de quem recebe mais prendas. (Normalmente eu). E o entusiasmo da reportagem fotográfica para mais tarde recordar (normalmente eu também). No fim tudo o que resta é um mar de papel de embrulho no chão qual tsunami que tenha passado por aquele lugar.

Portanto se o vosso natal não é só paz e amor não fiquem tristes. Eu tenho uma espécie de Apocalipse natalício com sangue suor e lágrimas. Com emoções fortes. Digno de Dom Corleone. E adoro. Tanto que já ando a contar os dias. By the way... Faltam 9 ;)

 

wrappaper1208.jpg