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As Taras Da Lina

Geminiana de signo. Nascida à beira-mar e a viver nas montanhas. Gosto de viajar pelo mundo, pelos livros e pelo cinema. Licenciada em Comunicação. Dona de um pastor alemão. Convicta que a vida sabe sempre o que faz.

As Taras Da Lina

Geminiana de signo. Nascida à beira-mar e a viver nas montanhas. Gosto de viajar pelo mundo, pelos livros e pelo cinema. Licenciada em Comunicação. Dona de um pastor alemão. Convicta que a vida sabe sempre o que faz.

Ter | 20.08.19

Inovar Autismo

RP

Depois de ter falado sobre a Alzheimer Portugal trago hoje outra associação Inovar Autismo.

Conheço ambas de caminhadas solidárias que vou participando e cada vez mais vou ficando sensibilizada para estes assuntos e os estigmas que ainda têm na sociedade que travam um pouco a inclusão de cidadãos como o caso dos autistas. 

A Inovar Autismo - Associação de Cidadania e Inclusão tem como missão promover a inclusão das crianças, jovens e adultos com autismo nas suas comunidades sendo também um apoio na habilitação e capacitação destas pessoas, ao longo do seu ciclo vida, de acordo com as suas necessidades e das suas famílias. 

A área de intervenção da Inovar Autismo abrange os distritos de Setúbal, Évora, Beja e Portalegre. Não obstante participam em ações em outros locais como aconteceu o ano passado em Resende em que a Casa dos Dragões organizou uma caminhada solidária e esteve presente o responsável pela associação a fazer a apresentação da mesma.

Podem saber mais sobre a mesma aqui.

Dom | 18.08.19

Um bom livro e um bom vinho são melhores que muita gente

RP

Não sou eu que o digo... Até porque não bebo. Mas gosto de ler e como até promovo o vinho da região tenho que concordar com o título. 

Li este artigo aqui. E compartilho-o convosco transcrevendo-o:

"Estou ficando velha e a cada dia mais medrosa. Tenho medo de tudo. Do escuro, de espíritos, de barata, de montanha-russa, até de manga com leite — melhor evitar. Não me convide para programações radicais, como descer numa tirolesa ou pular de uma cachoeira. Para quê? Já estou velha para algumas emoções. Quanto mais perto dos 40, mais me convenço de que já vivi o bastante para saber, pelo menos, o que eu não quero fazer.

Hoje eu sei que não preciso mais me agarrar à adrenalina para me sentir viva. Ler um livro, assistir a um filme, encontrar um amigo me fazem melhor do que voar de asa delta, por exemplo. Chega uma época em que não precisamos mais de autoafirmação. Nós nos conhecemos tão bem que já não fazemos a menor questão e o mínimo esforço para agradar aos outros. Não temos mais a necessidade de nos sentir aceitas, da mesma forma que também não aceitamos qualquer um e qualquer programa.

Uma coisa é certa: o nível de exigência aumenta impetuosamente com os anos e isso reflete em todos os aspectos. Para sair de casa, só se a companhia for excepcional. Para entrar num relacionamento, nem se fala. Depois dos 30, nós só namoramos se valer muito a pena. Antes só do que mal amada. Se isso é bom? Claro que sim! Fica quem quer ficar e vai embora quem deve ir.

Deixo a pressa para os jovens que têm fôlego para nadar — não sei por que — contra a maré do amanhã. Os anos me ensinaram, e vão ensinar aos afobados, que a vida não pode ser vivida em apenas um dia, e que não se deve beber todos os drinks em uma noite só. O tempo e a ressaca estão aí para provar que o mundo gira igual para todos, mesmo que tenhamos a impressão de que para nós só existem duas velocidades: câmera lenta ou avanço rápido.

Mas não podemos ter medo de envelhecer. Nós não vamos nos transformar em monjas solitárias, apenas nos tornaremos mais seletivas, mais cautelosas e mais reflexivas. É mais ou menos assim; enquanto, antes, nós nos lançávamos ao mar sem pensar, agora observamos as ondas primeiro, sentimos o vento, e molhamos um pé de cada vez.

Apesar de andar medrosa, confesso que eu não temo amadurecer. Sabe por quê? Porque a maturidade me fez enxergar que eu não tenho o controle de nada e de ninguém, senão de mim mesma. Já não ponho a culpa nos outros e nem carrego culpa que não me pertence. Estou mais leve e, ao mesmo tempo, mais forte. Aprendi a me proteger da dor ao invés de apenas curar meus ferimentos. Entendi que perfeição não existe, nem príncipe encantado, e muito menos a felicidade eterna.

Enfim, a mulher madura não tem medo de ficar sozinha. Tem medo de ficar mal acompanhada! É preferível a solidão fiel do que a companhia traiçoeira. Um bom livro e um bom vinho são melhores do que muita gente…"

Sex | 16.08.19

Amigos na Demência

RP

Amigos na Demência é uma iniciativa da Associação Alzheimer Portugal.

Está integrada no movimento global “Dementia Friends”, implementado em 17 países em todo o mundo e tem como principal objetivo aumentar a compreensão sobre a Demência no nosso país e convidar todos os cidadãos a comprometerem-se ativamente na melhoria do dia a dia das pessoas com demência.
 
Visa combater o desconhecimento e o estigma associados à doença, assim como aumentar o nível de consciencialização sobre o tema em Portugal. Pretende também ajudar os portugueses a compreenderem como é esta afeta as pessoas e contribuir para alterar comportamentos que tornem a sociedade mais amiga das pessoas portadoras.
 
Qualquer cidadão pode ser um Amigo na Demência. Caso queira inscrever-se ou saber mais sobre a Associação faça-o no site da mesma.