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As Taras Da Lina

Geminiana de signo. Nascida à beira-mar e a viver nas montanhas. Gosto de viajar pelo mundo, pelos livros e pelo cinema. Licenciada em Comunicação. Dona de um pastor alemão. Convicta que a vida sabe sempre o que faz.

As Taras Da Lina

Geminiana de signo. Nascida à beira-mar e a viver nas montanhas. Gosto de viajar pelo mundo, pelos livros e pelo cinema. Licenciada em Comunicação. Dona de um pastor alemão. Convicta que a vida sabe sempre o que faz.

Dom | 26.04.20

"The call of the wild"

RP

"The call of the wild" é um filme baseado na obra homónima de Jack London, lançado em 1903.

"A vida de Buck, um cão de raça São Bernardo, altera-se para sempre quando é retirado da sua família humana da Califórnia (EUA), e enviado para as florestas do Yukon, no Canadá, durante a frenética corrida ao ouro da década de 1890. Apesar do terror dos primeiras tempos e das dificuldades em adaptar-se à vida selvagem, o seu destino cruza-se com John Thornton (Harrison Ford), um garimpeiro que se tornará o seu melhor amigo e que lhe vai mostrar um novo sentido para a vida."

A amizade e lealdade de Buck apelou ao meu sentimento, não fosse eu dona de um fiel e pachorrento Pastor Alemão que de grandalhão só tem o corpo. O filme entretém e é aconselhado a toda a família. Peca a meu ver por os animais serem em formato digital. Até percebo relativamente aos animais selvagens mas quanto aos cães poderiam ter usado verdadeiros... Digo eu.

Para quem conhece o livro, o filme, não lhe trará novidade nenhuma. No entanto quem gosta de animais não o deve perder. Tem uma mensagem magnífica, apesar de achar que exageraram um pouco nas expressões faciais do animal. Parece quase humano.

Quem gostar de aventura também não deve perder. Quantos de nós já não sonhamos ir sem destino, descobrir novas rotas apenas com o nosso fiel amigo de 4 patas?

Sab | 25.04.20

Liberdade

RP

Hoje comemora-se a Liberdade.

Para quem, como eu, é da geração pós 25 de abril a Liberdade sempre foi uma coisa garantida. Talvez por isso nunca lhe tenhamos prestado grande atenção.

Vamos onde queremos, sem que nos condicionem o acesso. Dizemos o que pensamos e sentimos, sem medo de represálias. E apenas ficamos sem liberdade onde começa a liberdade do outro, ou seja, somos livres mas não podemos usar essa liberdade para prejudicar alguém.

Não sabemos o que é ser torturado pela PIDE por sermos contra o governo. Não sabemos o que é ser sujeito a trabalho escravo por sermos de outra cor. Não sabemos o que é não ter direito a voto por sermos mulheres.

Temos a Liberdade garantida. E talvez por a termos não é valorizada. Nunca valorizamos o que damos por garantido, não é?

Isto aconteceu até ao dia em que um vírus veio parar o mundo. Nesse dia começou a valorizar-se a Liberdade. Deixamos de poder estar com quem amamos. Somos livres de ir à rua, mas de forma condicionada. Ficámos presos em casa, tal como os pássaros na gaiola, e apenas sonhamos com o dia em que tudo volte ao normal. Em que sejam permitidos, outra vez, os abraços, as jantaradas, os passeios, as viagens, o ser livre. Em que não haja restrições de pessoas e de afeto na despedida dos nossos entes queridos que partem.

Quando esse dia chegar que tenhamos em mente que nada é garantido.

Nem mesmo a Liberdade.

liberdade.jpg

 

Qui | 23.04.20

Benefícios da Leitura

RP

Em Dia Mundial do Livro trago um artigo da Revista Visão relativamente aos benefícios da leitura. Podem ver o original aqui.

"Alarga o vocabulário

Nenhuma atividade expõe uma pessoa a maior e mais diversificada quantidade de palavras. Mais do que assistir a programas televisivos de conversas, vulgo talk shows, ou infantis, como a “Rua Sésamo”, e mais do que uma conversa de amigos, mesmo que sejam todos licenciados, é a leitura que aporta um vocabulário mais alargado, indica um estudo da Universidade da Califórnia.

Desperta a inteligência

A ciência já mostrou que a genética e a educação são fatores que influenciam a inteligência, sendo que ler é uma das principais fontes de conhecimento. Um estudo de 2014 com crianças, realizado por investigadores da Universidade de Edimburgo, na Escócia, e da King’s College of London, em Inglaterra, concluiu que a evolução das capacidades de leitura “pode resultar em melhorias nas habilidades cognitivas verbais e não verbais”, que “são de vital importância ao longo da vida”. E quanto mais cedo se começar, melhor.

Previne doenças

Correr e ir ao ginásio são atividades físicas na moda porque o exercício fortalece o corpo e promove o bem-estar. Mas, por mais variado que seja o treino, nem todos os músculos são trabalhados. Para garantir que nada fica para trás, ler um livro é um bom remédio: inúmeros estudos indicam que a leitura estimula os “músculos” do cérebro e torna-os mais fortes, podendo atuar como fator preventivo em doenças degenerativas como o Alzheimer. Está também provado que pessoas com profissões intelectualmente mais exigentes têm menor propensão para desenvolver patologias ligadas à deterioração do cérebro.

Reduz o stresse

Nem caminhar, nem ouvir música, nem beber um chá. Nada resultou melhor do que ler um livro para acalmar um coração acelerado, segundo uma pesquisa liderada pelo neuropsicólogo britânico David Lewis, da Universidade de Sussex. Bastaram seis minutos de leitura para os níveis de stresse das pessoas que aceitaram participar diminuírem até 68%, contra um máximo de 61% quando tentaram acalmar através da música. Um chá (54%) ou uma caminhada (42%), outras alternativas avaliadas, mostraram-se menos eficazes.

Promove a empatia

Ainda que um livro seja encarado como uma companhia, ler é em si mesmo um ato solitário. Mas entre os seus benefícios encontra-se também a tendência para causar melhor impressão nos outros. Um estudo de dois investigadores holandeses mostrou que a leitura de narrativas ficcionadas influencia características própria da condição humana como a capacidade de criar empatia. E esse é um trunfo importante em qualquer relação, seja pessoal ou profissional.

Combate o envelhecimento do cérebro

Há uma relação direta entre a atividade cognitiva realizada ao longo dos anos e a perda das capacidades cognitivas associadas ao envelhecimento natural, como a memória, o raciocínio ou a perceção. Quanto maior atenção se dedicar à primeira, por exemplo através da leitura de livros, mais lenta se torna a segunda, concluiu um estudo de 2013 publicado no jornal científico Neurology, da Academia Americana de Neurologia.

Aumenta a esperança média de vida

Mais dois anos. Em rigor, 23 meses. Como a VISÃO deu conta em agosto, um estudo da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, revelou que, em média, é esse o tempo que vivem a mais as pessoas que leem um livro 30 minutos por dia, quando comparadas com as que não o fazem. Os investigadores chegaram a esta conclusão ao fim de 12 anos de estudo, publicado no jornal Social Science and Medicine."

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