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As Taras Da Lina

Geminiana de signo. Nascida à beira-mar e a viver nas montanhas. Gosto de viajar pelo mundo, pelos livros e pelo cinema. Licenciada em Comunicação. Dona de um pastor alemão. Convicta que a vida sabe sempre o que faz.

As Taras Da Lina

Geminiana de signo. Nascida à beira-mar e a viver nas montanhas. Gosto de viajar pelo mundo, pelos livros e pelo cinema. Licenciada em Comunicação. Dona de um pastor alemão. Convicta que a vida sabe sempre o que faz.

Sab | 11.07.20

É bom saber por onde passamos

RP

Para os amantes de Viagens e de História.

Seleccionei um conjunto de imagens que retirei de uma página do facebook que coloca sobre fotos atuais montagens de acontecimentos que ocorreram naquele local.

Por vezes vamos a sítios e nem nos damos conta de toda a carga histórica, e emocional, dos mesmos. 

É bom saber por onde passamos. 

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Sex | 10.07.20

"Lá em cima"

RP

O Turismo do Porto e Norte de Portugal lançou, esta semana, a campanha promocional “Lá em cima”.

O principal objetivo é o de levar os portugueses a redescobrir o que de melhor o território tem para oferecer no Porto, no Minho, no Douro e em Trás-os-Montes.

Para isso oferece várias opções de visita em áreas como o "Turismo de Gastronomia e Vinhos", "Natureza","Saúde e Bem Estar", "Religioso", "Cultural e Paisagístico", entre outros.

Podem saber mais consultando o site aqui.

Que o Norte tem muito potencial para ser (re)descoberto eu já sabia mas... sou suspeita ;)

 

Qua | 08.07.20

"4L"

RP

"Dois amigos de longa data reúnem-se para uma viagem desde Espanha até ao Mali na esperança de visitarem um amigo moribundo, levando a filha que cortou relações com ele."

O filme começa por prometer já que a premissa é uma aventura em África feita numa 4L. Quem é que nunca desejou ter a liberdade de fazer algo do género? Pôs-me a pensar que era algo que não me importava. Pôs-me também a pensar que fazer com dois amigos de juventude do meu pai que, pelo caminho, me fossem mostrando o seu lado aventureiro e destemido também não seria de todo uma má ideia.

Entretanto o enredo acaba por se perder a meio do deserto. E o que começou por ser algo que poderia tornar-se numa aventura épica acabou num filme cheio de clichés e de piadas de riso fácil. No entanto, não é por isso que vou deixar de o aconselhar. ;)

Ter | 07.07.20

Saúde mental é luxo

RP

Hoje mais um texto de Marcel Camargo retirado daqui

"O mundo cresceu. O mundo se conectou. O mundo se encheu de pessoas. Agora, somos milhares e milhares que conseguem se comunicar em tempo instantâneo. As notícias se espalham em segundos, os fatos alcançam um monte de gente, é tudo muito rápido e volumoso. Nem dá tempo de digerir tudo isso direito, porque tempo é o que menos temos nessa vida.

A tecnologia aumenta as possibilidades de conforto, mas continuamos desconfortáveis. As formas de nos comunicarmos uns com os outros são inúmeras, mas continuamos desconectados afetivamente. Existem variados eletrodomésticos, que nos poupam serviços, mas continuamos cansados. As informações estão cada vez mais acessíveis a todos, mas continuamos desinformados. É tanta coisa nova, que não conseguimos dar conta do mínimo.

O mundo está violento, perigoso, e a maldade toma conta dos noticiários. A competitividade permeia todos os setores da vida, desde o mercado de trabalho, até os relacionamentos cotidianos. As obrigações se avolumam e vamos, feito robôs, levando os dias adiante. Robotizamos nossas atividades, robotizamos nossas obrigações e o cumprimento das tarefas. Robotizam-se ações, pensamentos e sentimentos. A dureza lá de fora então se instala aqui dentro de nós.

E a gente adoece. A gente adoece por fora, por dentro, adoece os outros, adoecem os ambientes, os pensamentos, os sentimentos, os relacionamentos. Não conseguimos suportar tanta pressão, tanta notícia ruim, tanta falta de contato humano, de olhos nos olhos. Sentimos falta de ócio. A gente se prende às ostentações virtuais, almejando consumir e comprar e obter conquistas materiais. E a gente se esquece de consumir amor e de conquistar pessoas. Erro fatal.

Não podemos nos esquecer de que serão os sentimentos e os afetos verdadeiros que nos confortarão quando a vida der errado, quando a noite se prolongar e a dor chegar. O que nos salva é o que temos dentro de nós, todo o amor que juntamos e espalhamos por aí, junto a quem nos ama com verdade. É assim que mantemos nossa saúde mental, nosso equilíbrio, nossa lucidez, nesse mundo doido que nos rodeia. Isso, sim, é ostentação que se preze."

Seg | 06.07.20

"Proxima"

RP

Escolhi a data de hoje para colocar o post sobre o filme "Proxima" porque a sua atriz principal, e meu girl crush, faz hoje anos. 

"Uma astronauta francesa em treinamento é convocada para uma missão oficial. Ela precisa deixar sua filha de sete anos com o pai e seguir viagem para o espaço junto com outros dois homens, um americano e outro russo. Desde o anúncio de sua convocação até depois da partida, ela passa a lidar diariamente com as dificuldades de ser mulher em um mundo dominado por homens incapazes de compreender os sentimentos ligados à maternidade e ao íntimo feminino."

Vi o filme pela Eva Green. Já tinha dito aqui pelo blog que os filmes ligados ao espaço não me chamam a atenção. No entano, constatei que mais do que ser astronauta o filme aborda as questões de as mulheres ainda não serem vistas como capazes e iguais e, também, a de uma mãe que não sabe como fazer para ser melhor mãe.

Não é dos meus favoritos dela mas Eva é Eva, vale sempre a pena.

E entra hoje nos 40. Que segundo vejo lhe assentam bastante bem. ;) 

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Dom | 05.07.20

"Encontros"

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"Rémi (François Civil) e Mélanie (Ana Girardot) têm em torno de 30 anos e, apesar de morarem em prédios um ao lado do outro, não se conhecem. Ambos estão solteiros e enfrentam problemas pessoais: ele, devido à demissão de praticamente todos de seu antigo trabalho enquanto foi promovido para outro setor, ela sem conseguir superar o término de um longo relacionamento, cujo fim já tem um ano. Cada um à sua maneira, os dois buscam meios de lidar com o momento depressivo através das redes sociais: ele pelo Facebook, ela através do Tinder."

O filme retrata a solidão que se vive nos dias de hoje em que as relações são cada vez mais fugazes e efémeras e em que há muito afeto virtual e cada vez há menos o toque pessoal. Passa-se em Paris, uma das cidades mais populosas da Europa, e, no entanto, os protagonistas sentem-se sós no meio da multidão. 

Um filme para pensar nas relações interpessoais actuais e na forma como os nossos traumas de infância nos podem moldar a percepção que temos de nós próprios. 

Sab | 04.07.20

"O Expresso da Patagónia"

RP

"Patagonia Express" um livro de apontamentos de viagens de Luís Sepúlveda.

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Segundo a sinopse: “Desde os seus primeiros passos na militância política, que o levaram à prisão e depois ao exílio em diferentes países da América do Sul, até ao reencontro feliz, anos depois, com a Patagónia e a Terra do Fogo, é uma longa viagem (e uma longa memória) aquela que Luis Sepúlveda nos propõe neste seu livro.

Como o próprio autor indica no início do livro, este trata-se de apontamentos que escreveu em vários lugares e alturas da sua vida. Viagens aos tempos de criança com o avô; a lugar nenhum, forma como ele denominava a cadeia; à juventude vivida no medo de represálias; aos primeiros anos como professor; a si mesmo e aos seus devaneios. 

Uma obra que se lê de "uma enfiada", basta dedicar 3 horas do nosso dia e está feito. É uma ótima escolha para quem quer dedicar uma tarde de férias à leitura. Perfeito também para quem, tal como eu, ama viagens e aventuras.

O escritor, jornalista e ativista político, sobreviveu à cadeia, ao exílio e a um golpe de estado. Mas não ao covid-19.

 

Qui | 02.07.20

"Flores"

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"Ane (Nagore Aranburu) é uma mulher em crise, descontente com o marido. Um dia, ela recebe flores em sua casa, sem conhecer o autor do gesto. Aos poucos, começa a receber ramalhetes com frequência, nutrindo um afeto cada vez maior pelo correspondente anônimo. No entanto, uma tragédia envolvendo um colega de trabalho força Ane a também comprar flores, para honrar o falecido. Enquanto enfrenta o luto, ela conhece duas outras mulheres, Tere e Lourdes, respectivamente mãe e esposa do colega morto."

Uma produção basca com a Raquel, ou Lisboa, da Casa de Papel, como a mulher do falecido.

Começamos o filme com a dúvida de quem envia flores à protagonista mas depois o filme inverte e ela é quem leva flores, apesar de não sabermos o porquê de tal gesto.

Paralelamente vemos a mulher a tentar descobrir as razões para que uma desconhecida leve flores ao falecido marido.

Ao longo do filme vamos entrelaçando as três mulheres relacionadas com o personagem através das suas mem´rias e vivências de saudades, arrependimentos e angústias.