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As Taras Da Lina

Geminiana de signo. Nascida à beira-mar e a viver nas montanhas. Gosto de viajar pelo mundo, pelos livros e pelo cinema. Licenciada em Comunicação. Dona de um pastor alemão. Convicta que a vida sabe sempre o que faz.

As Taras Da Lina

Geminiana de signo. Nascida à beira-mar e a viver nas montanhas. Gosto de viajar pelo mundo, pelos livros e pelo cinema. Licenciada em Comunicação. Dona de um pastor alemão. Convicta que a vida sabe sempre o que faz.

Sab | 30.01.21

Que saibas olhar bem para ti

RP

"Os anos passam. Que saibas olhar bem para ti. Para dentro de ti. Que saibas percorrer cada pedaço do teu coração, onde guardas (só) o que importa. O que importa de verdade.



Que saibas morar em cada abraço. Que saibas abraçar cada mão dada. Que saibas entregar-te em cada olhar.



Que saibas sentir cada sorriso. Que saibas curar em cada beijo. Que saibas amar as pessoas. As tuas pessoas. As que ficam. As que ficam sempre. Para sempre. E que saibas, também, que afinal as tuas pessoas não são tantas assim.



Que saibas tatuar corações com a tua vida. Que saibas deixar que outras vidas te tatuem o coração. Que saibas agradecer cada milagre.



Que saibas encontrar força para cada tempestade. Que saibas viver e ser, sempre, com o coração.



Que saibas viver e ser, sempre, com amor. Todos os dias. Porque, enquanto os anos passam, é só isto que fica. E que te salva. Sempre. Para sempre. Que o saibas, também."



 

Daniela Barreira

Qui | 28.01.21

Livros do Isolamento#13

RP

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"A fabulosa aventura da família Buendía-Iguarán com os seus milagres, fantasias, obsessões, tragédias, incestos, adultérios, rebeldias, descobertas e condenações são a representação ao mesmo tempo do mito e da história, da tragédia e do amor do mundo inteiro."

É Gabriel Garcia Marquez, não há muito a dizer que já não tenha sido dito.

A saga da família, com todo o mistério, estranheza e até triste fado, prende-nos na leitura do início ao fim, mesmo que, por vezes, a forma como é narrada a história não seja de leitura fácil e seja necessário estar bastante atentos tendo em conta a repetição de nomes.

Gostei e deixou-me com vontade de ler de seguida "O Amor nos tempos de cólera" que também tenho. :)

Ter | 26.01.21

Livros do isolamento#12

RP

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"O amor dos amantes, o amor dos amigos, o amor da mãe pelo filho, do filho pela mãe, pelo pai, o amor que abala, que toca, que arrebata, que emociona, que descobre e encobre, que fere e cura, que prende e liberta."

Em jeito de crónicas o livro vai falando do amor (e do desamor), das relações que vão dando certo e das que falham. Da inevitabilidade da vida e de, por vezes, a pessoa que mais amamos não ser a que acaba a nosso lado.

Mais um com temática e escrita bastante característica do autor. 

Dom | 24.01.21

Votar!

RP

Hoje é dia de Eleições.

Eu sei que cada vez menos as pessoas têm vontade de votar.

Acham que não vai fazer nada, que não adianta. Que independentemente de quem ficar vai ser tudo igual, sempre para os mesmos.

Eu exerço o meu direito ao voto. Posso não mudar nada mas não votar e ficar em casa a reclamar também não mudará. Para além de que se votar pelo menos depois posso reclamar com razão.

Votem! Não desperdicem algo que os nossos antepassados tanto lutaram para conseguir. Principalmente as mulheres.

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Sab | 23.01.21

Bagagem

RP

"Não preciso de levar nada. Ninguém leva nada. Não vale a pena ter malas grandes e perder tempo a escolher o que queremos levar. Não vale a pena pensar na melhor maneira de arrumar a roupa para que caiba toda. Há pessoas que se preocupam demasiado com coisas que não vão usar. Não percebem. Nada nos fará falta. Ninguém leva nada daquilo que tenha comprado. Nada que tenha tirado. As únicas coisas que levamos são as que deixamos. Só nos pertence aquilo que damos."

Texto da página de facebook Lado a Lado

Sex | 22.01.21

Livros do isolamento#11

RP

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"A máquina de fazer espanhóis é um dos mais importantes romances contemporâneos. Surpreendente retrato da vida dos velhos, este livro fala intimamente dos fantasmas da portugalidade e da candura que, afinal, existe mesmo nos momentos mais tristes."

É, até agora, o meu livro favorito do Valter Hugo Mãe.

Fala, sem deixar de ter humor, da triste realidade dos idosos que, por solidão ou abandono dos familiares, acabam por ir parar aos lares.

Dos laços de amizade que se criam nesta segunda infância e também das fragilidades e da inevitabilidade de nos apegarmos a pessoas que mais cedo ou mais tarde vão morrer.

Aconselho! 

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