Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

As Taras Da Lina

Geminiana de signo. Nascida à beira-mar e a viver nas montanhas. Gosto de viajar pelo mundo, pelos livros e pelo cinema. Licenciada em Comunicação. Dona de um pastor alemão. Convicta que a vida sabe sempre o que faz.

As Taras Da Lina

Geminiana de signo. Nascida à beira-mar e a viver nas montanhas. Gosto de viajar pelo mundo, pelos livros e pelo cinema. Licenciada em Comunicação. Dona de um pastor alemão. Convicta que a vida sabe sempre o que faz.

Seg | 30.09.19

Diane Kruger em dose dupla

RP

Vi a Diane pela primeira vez no filme "Apartamento" com o Josh Hartnett.

Tornei a vê-la ao lado de Orlando Bloom como Helena de Tróia. A partir daí fui seguindo o trabalho mais ou menos de perto sendo que gostei da prestação na série "The Bridge" e da sua personagem "Bastardos Inglórios" de Tarantino e houve outras em que não gostei, ou pelo menos não fui capaz de perceber o filme como foi o caso de "The Better Angels" e "Mr. Nobody".

Vi recentemente dois filmes com a atriz.

O primeiro foi o "The Operative"

Adaptação do best-seller de Yiftach Reicher Atir baseado em fatos reais. Após o funeral de seu pai, uma espiã do Mossad desaparece misteriosamente. A única pista sobre o seu paradeiro é uma ligação criptografada feita ao seu antigo mensageiro na Alemanha. Ele é convocado para retornar a Israel a fim de descobrir a localização da ex-parceira, ao mesmo tempo em que precisa frear o programa nuclear iraniano. 

E o outro foi "Em pedaços"

Katia Sekerci (Diane Kruger) é uma alemã que leva uma vida normal ao lado do marido turco Nuri, e do filho de 7 anos. Um dia, ela é surpreendida ao descobrir que ambos morreram devido a uma bomba colocada diante do escritório do marido. Desesperada, Katia decide lutar por justiça ao descobrir que os responsáveis foram integrantes de um grupo neonazista.

Apesar de o tema do primeiro me despertar mais interesse, até porque sou de Relações Internacionais, confesso que o segundo me chamou mais a atenção. Acaba também por ter a vertente de RI, o marido é turco, existe o grupo neonazi, por aí.

"Em pedaços" acaba por prender mais o espetador. Vemos uma Diane de facto em pedaços, de uma forma tão emocional que eu diria quase visceral, chegamos mesmo a sofrer com ela a perda da família e a injustiça com a qual é confrontada. 

E vocês seguem a Diane? Já viram algum?