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As Taras Da Lina

Geminiana de signo. Nascida à beira-mar e a viver nas montanhas. Gosto de viajar pelo mundo, pelos livros e pelo cinema. Licenciada em Comunicação. Dona de um pastor alemão. Convicta que a vida sabe sempre o que faz.

As Taras Da Lina

Geminiana de signo. Nascida à beira-mar e a viver nas montanhas. Gosto de viajar pelo mundo, pelos livros e pelo cinema. Licenciada em Comunicação. Dona de um pastor alemão. Convicta que a vida sabe sempre o que faz.

Sex | 08.05.20

"Milagre na cela 7"

RP

Vi este filme no mês passado quando toda a gente falava sobre ele.

Normalmente não sou dada a blockbusters nem a filmes comerciais que toda a gente vê. No entanto, algumas das pessoas em quem confio nos gostos cinematográficos aconselharam e tive que lhe dar a oportunidade.

"Um homem é condenado injustamente pela morte de uma menina e sentenciado à morte. Mas o amor de sua filha é capaz de mudar tudo, até mesmo a vida na prisão, quando ali passa a ser o seu lar."

Pelo que percebi, apesar de não ser original e sim uma adaptação, é muito mais emotivo que a versão coreana, que saiu em 2013. Já não me lembrava de ter chorado tanto. Estive praticamente mais de metade do filme em pranto, chorava pela injustiça, chorava pela prestação do ator enquanto pessoa portadora de deficiência, chorava pelos momentos de felicidade e reencontros, bem, houve uma altura que eu até chorava apenas e só porque sim. Confesso que até a ver o trailer que coloquei neste post tornei a emocionar-me. 

Haverá amor maior que o de pai para filha? Amor mais genuíno? Ligação mais especial? Apenas conheço um que, a meu ver, não supera, mas iguala, que é o da mãe. Só o facto de retratar injustiça já emociona. A personagem principal ter a idade mental da filha e não saber como se defender é um bónus para aumentar à emoção. 

Recomendo a quem ainda não viu. Não é que vos queira fazer chorar mas é uma história tão bonita que merece a partilha. E os mais fortes, e insensíveis, até podem não chorar mas vão ter que admitir que ficarão pelo menos com um nó na garganta. Eu parecia uma Madalena Arrependida. Se sabia o que sei hoje tinha ido açambarcar papel higiénico ao supermercado... Porque só um rolo foi para lidar emocionalmente com isto.

 

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