Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

As Taras Da Lina

Geminiana de signo. Nascida à beira-mar e a viver nas montanhas. Gosto de viajar pelo mundo, pelos livros e pelo cinema. Licenciada em Comunicação. Dona de um pastor alemão. Convicta que a vida sabe sempre o que faz.

As Taras Da Lina

Geminiana de signo. Nascida à beira-mar e a viver nas montanhas. Gosto de viajar pelo mundo, pelos livros e pelo cinema. Licenciada em Comunicação. Dona de um pastor alemão. Convicta que a vida sabe sempre o que faz.

Seg | 06.01.20

Quando algumas pessoas saem de nossa vida, dói, mas tudo acontece por um propósito maior…

RP

Já que terminamos recentemente o ano porque não aproveitar para encerrar um ciclo?

Eu sei que não é fácil, também demorei demasiado tempo (pelo menos no entender de algumas pessoas).

Deixo-vos então este texto cujo original poderão encontrar aqui.

"Durante muito tempo, eu sentia medo de ser sincera, dar minha opinião e perder algumas pessoas que considerava essenciais em minha vida. E, antes de mais nada, vamos começar enfatizando uma fato incontestável: as únicas pessoas insubstituíveis em nossa vida, são nossos pais, a nossa família.

É preciso desmistificar essa ideia absurda de que você não consegue viver sem um amor, paixão ou seja lá o que for.  Não estou dizendo que devemos ver e tratar as pessoas de maneira descartável, não. O que eu quero dizer é que você não pode ter medo, nem tampouco impedir quem quiser ir embora. 

A gente acaba se sacrificando para agradar, para sermos vistos como pessoas legais, mas a verdade é que temos voz, personalidade, opiniões e vontades próprias. Se algo me incomoda, eu tenho um compromisso comigo, com a minha sanidade mental, minha paz de espírito, de falar, de reclamar e de não aceitar o que, (seja lá o que for) não me faça bem, não me faça feliz.

Quando algumas pessoas saem de nossa vida, dói, eu sei que dói, mas eu também sei que quem tem que ficar, fica, e que tudo acontece, por um propósito maior que está fora da minha compreensão. Então, hoje em dia, quando querem ir embora, eu mesmo abro a porta e mostro a saída principal. 

Não confunda nunca amor-próprio, autorrespeito e se valorizar, com ser arrogante e intolerante, porque não é por aí que as coisas acontecem, mas temos que aprender a respeitar nossos próprios limites. Decisões devem ser tomadas levando em consideração a fronteira do seu território e o território alheio. Desde que o mundo é mundo, nações travaram batalhas mortais para defender seu espaço, então, acho quase uma obrigação, fazermos o mesmo com a nossa vida. Saber se impor de maneira relevante e sempre com cortesia, mas quando for hora de dizer não, quando for conveniente expor sua opinião, faça, sem medo. 

Devemos amar as pessoas, tentar entender a loucura alheia, para que a nossa também seja entendida, mas devemos nos amar, muito, e ao ponto de fazer com que ninguém se atreva a desrespeitar isso. Amor-próprio é um compromisso! Um trabalho que exige seu esforço em tempo integral. Então,  não se decepcione, não se deixe na mão, muitos ao nosso redor são guiados pelo nosso exemplo. "

 

 

Comentar:

Mais

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

Este blog tem comentários moderados.